Nesse fim de semana aconteceu a FHBJ. Rever, conviver, perceber, aprender, sentir e respirar.
Proteger alguém é muito mais fácil do que ser protegido, mas proteger a mim mesmo é uma coisa que eu ainda não aprendi. Me acomodo muito fácil quando me sinto seguro e fico nesse lugar por muito tempo, mas quando acho alguma coisa que me encanta, eu corro quando deveria andar. Quando envolve um grupo, alguns precisam correr comigo e quando me canso, paramos, mas paramos juntos e eu me sinto feliz, porque dei meu máximo e da maneira em que eu sei percorrer o caminho. O problema é quando as outras pessoas cansam e eu ainda consigo correr. Elas diminuem o ritmo para descansar, e eu continuo, mas quase sempre elas veêm que eu continuei e param e, quando eu canso, já não tem mais ninguém do meu lado. As vezes e tento carregar as pessoas, mas isso só me machuca, eu sei que eu poderia ir mais longe, eu sei que elas queriam estar comigo, mas não consigo entender porque elas não correm mais.
Eu sempre achei que meu coração bate forte demais. Eu sempre achei isso muito bom. Eu sempre quis coisas que fizessem meu coração bater mais forte ainda! Eu sempre me esqueço que muita luz faz muita sombra.
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